MEIO AMBIENTE
domingo, 21 de agosto de 2011
Quanto custa a destruição do meio ambiente
PREJU GLOBAL - Ações do homem e da própria natureza detonam o meio ambiente e custam caro para o planeta:
EXTINTOS SELVAGENS
Cerca de 21% das espécies de mamíferos, 12% das aves, 28% dos répteis e 35% dos invertebrados estão ameaçados de extinção.
DESMATAMENTO
PREJUÍZO ANUAL - R$ 3,5 trilhões
A principal causa dos desmatamentos pelo mundo é a necessidade de criar mais espaço para agricultura. O resultado disso é a chamada conversão de habitat - destruição das florestas para fins comerciais. A América do Sul e a África foram os continentes que registraram maior perda líquida de florestas nos últimos dez anos. Vale lembrar que as florestas compõem 31% da superfície terrestre. O consolo é que o ritmo do desmatamento diminuiu cerca de 18% nesta década
• Entre 2001 e 2010, foram desmatados 130 mil km2. Comparando com os anos 90, porém, o mundo deixou de perder uma área florestal equivalente ao estado de Alagoas
• Com a média anual de 13 mil km2 desmatados, dá para dizer que 1 m2 desmatado "custa" R$ 270. Nesta "cotação", o desmatamento da Amazônia ao longo da história equivale a R$ 231 trilhões
• Na África Subsaariana, que inclui 47 países, como Senegal e Quênia, a erva-bruxa invasora ocasionou cerca de R$ 12 bilhões por ano de prejuízos nas culturas de milho
• O desmatamento na Amazônia caiu 74% entre 2003 e 2009
ESPÉCIES INVASORAS
PREJUÍZO ANUAL - R$ 2,5 trilhões
Espécies animais e vegetais que invadem ecossistemas também causam muito prejuízo mundo afora. No reino animal, os invasores desequilibram a cadeia alimentar e, entre os vegetais, competem com espécies cultivadas por recursos essenciais, como água, luz e oxigênio, além de hospedar pragas. Isso aumenta o custo de produção dos alimentos e compromete a fertilidade do solo
• Os coelhos causam R$ 655 milhões de perdas à agricultura da Austrália todo ano
• A introdução do parasita Gyrodactylus salaris fez com que a densidade de salmões na Noruega caísse em 86%, gerando um prejuízo estimado em R$ 35 milhões
Pragas Brasilis - Espécies invasoras do Brasil:
* Tiririca (Cyperus rotundus) - Comum nas lavouras de milho, feijão e cana-de-açúcar
* Tiriricão (Cyperus esculentus) - Frequente em culturas de café, cana-de-açúcar, arroz e maçã
* Grama-seda (Cynodon dactylon) - Marca presença em pastagens e em culturas de milho, soja e uva
OUTROS
PREJUÍZO ANUAL - R$ 2 trilhões
Aqui entram vários estragos "menores" no meio ambiente, como desgaste dos solos, pesca excessiva e extinção de espécies. De acordo com a agrônoma Patrícia Monquero, da Ufscar, há três formas de degradação do solo: química (queda de fertilidade), física (erosão, compactação) e biológica (perda de biodiversidade). A sobrepesca é um problema tão grave que já atinge 80% dos estoques pesqueiros mundiais
• Cerca de 25% dos solos estão degradados (30% dessa área é de florestas, 20% pertencem a áreas agrícolas e 10% a pastos). O estrago é maior na África, na Austrália, na Ásia e na América do Sul
• Atualmente, os esforços de pesca são cinco vezes maiores do que na década de 1970. Ou seja, é preciso gastar cinco vezes mais tempo e dinheiro para pescar a mesma quantidade de 40 anos atrás
• Os países que mais sofrem com sobrepesca são os africanos Mauritânia, Gâmbia, Senegal e Serra Leoa
• Entre 1995 e 2005, o capim-chorão (Eragrostis plana) causou R$ 51 milhões em prejuízos à agricultura gaúcha
• O mexilhão-zebra e a amêijoa-asiática, moluscos introduzidos por acidente no litoral dos EUA, dão um preju anual de R$ 8,8 bilhões
• Todo ano, há um prejuízo mundial de R$ 60 bilhões relativo ao que é pescado e não é consumido
FONTES: Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa); Panorama da Biodiversidade Global 3 e The Economics of Ecosystems and Biodiversity - Cost of Policy Inaction (relatórios divulgados pelo Pnuma em 2008 e 2010); Oliver Hillel, coordenador da Secretaria de Biodiversidade da Convenção sobre Diversidade Biológica da ONU.
MEIO AMBIENTE
De fato, as pessoas de baixa renda têm menos acesso à educação básica. Contudo é preciso entender que pessoas ricas causam um impacto maior no meio ambiente. Isto ocorre porque, de um modo geral, pessoas de renda alta produzem mais lixo, consomem mais combustível e poluem as águas mais que os pobres.
É hora da elite repensar seus hábitos. Investir seu dinheiro em empresas sustentáveis, optar por uma vida mais simples e com menos consumo. Os privilegiados que possuem mais dinheiro têm, portanto, uma responsabilidade maior que aqueles com pouco. A de zelar por todos.
A população abastada não deve jamais esquecer que toda a sociedade merece ter acesso a uma educação de qualidade. Sem ela, não haverá progresso no meio ambiente ou na economia. Pense nisso!
terça-feira, 31 de maio de 2011
Arvores no Brasil !
Palmeiras ameaçadas de Extinção
Cerca de 11 espécies de palmeiras correm sério risco de extinção e duas já podem ser consideradas extintas do território brasileiro. Uma delas,Trithrinax schyzophylla, ainda pode ser encontrada em estado nativo no território paraguaio. A outra,Butia leptospatha, não teve a mesma sorte. Coletada uma única vez no Brasil em 1936 e descrita em 1940, nunca mais foi encontrada em seu habitat natural no sul do Mato Grosso do Sul, uma vez que toda a vegetação do cerrado onde ela ocorria foi virtualmente varrida da região. Não há registro da existência de nenhum exemplar cultivado desta espécie em qualquer parte do mundo. Um cipreste mexicano, por exemplo, possui um tronco com 58 metros de circunferência. Uma outra árvore, desta vez uma sequóia, conhecida como General Sherman, encontrada em um parque nacional americano, possui 83 metros de altura, sendo considerada a maior conífera do planeta. O grande jequitibá em Ribeirão Preto |
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terça-feira, 10 de maio de 2011
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Nota: Para outros significados de Árvore, veja Árvore (desambiguação).
Árvore é uma planta permanentemente lenhosa de grande porte. Por grande porte, embora não exista uma definição consensual, costuma-se entender uma altura mínima de seis metros na maturidade. As árvores têm ramos secundários, o que as distingue das palmeiras, portanto apenas as gimnospermas e angiospermas dicotiledôneas lenhosas são chamadas árvores. As palmeiras são angiospermas monocotiledôneas.
Entre outros atributos, as árvores se caracterizam por ter raiz pivotante, caule lenhoso do tipo tronco, que forma ramos bem acima do nível do solo. Os arbustos, além do menor porte, podem exibir ramos desde junto ao solo.
Comparadas com outras formas vegetais, árvores e palmeiras vivem longo tempo. Algumas, como sequóias e jequitibás, vivem milhares de anos. Uma sequóia
quinta-feira, 10 de junho de 2010
sexta-feira, 4 de junho de 2010
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Árvores formando um bosque.
Árvore é uma planta permanentemente lenhosa de grande porte. Por grande porte, embora não exista uma definição consensual, costuma-se entender uma altura mínima de seis metros na maturidade. As árvores têm ramos secundários, o que as distingue das palmeiras, portanto apenas as gimnospermas e angiospermas dicotiledôneas lenhosas são chamadas árvores. As palmeiras são angiospermas monocotiledôneas.
Entre outros atributos, as árvores se caracterizam por ter raiz pivotante, caule lenhoso do tipo tronco, que forma ramos bem acima do nível do solo. Os arbustos, além do menor porte, podem exibir ramos desde junto ao solo.
Comparadas com outras formas vegetais, árvores e palmeiras vivem longo tempo. Algumas, como sequóias e jequitibás, vivem milhares de anos. Uma sequóia pode chegar a cem metros de altura.
Índice
[esconder]
* 1 Classificação
* 2 Morfologia
* 3 Em Portugal
* 4 Referências
* 5 Ver também
* 6 Ligações externas
Classificação
Muitas ordens e famílias botânicas têm árvores entre seus representantes, portanto as árvores têm grande variedade de formas de copa, folha, flor, fruto, estruturas reprodutivas, tipo de madeira, que são inclusive usados na identificação da espécie.
As árvores primitivas foram samambaias e cavalinhas arbóreas do Carbonífero. As samambaias arbóreas ainda existem, como o xaxim. No Triássico apareceram coníferas, ginkgos, cicas e outras gimnospermas, e no Cretáceo apareceram as angiospermas (plantas com flores).
Palmeiras do jerivá.
Um pequeno grupo de árvores crescendo juntas forma um bosque, e um ecossistema complexo formado por várias espécies de árvores e outros vegetais é uma floresta. Muitos biótopos são caracterizados pelas árvores que os formam, como é o caso da mata de pinhais do sul do Brasil, e da floresta tropical pluvial. Já o cerrado e as savanas do mundo todo são campos salpicados aqui e ali por árvores xerófitas.
[editar] Morfologia
A árvore é formada por raiz, caule, e folhas e podem ter ou não flores e frutos. O caule tem, além dos tecidos de suporte, o xilema e floema, para transportar substâncias, ou seja as árvores são vasculares.O xilema transporta seiva bruta que é composta por água e sais minerais retirados do solo e vai da raiz até as folhas.Já o Floema transporta a seiva elaborada composta por água, sais minerais e glicose.
Em Portugal
Em Portugal, certas árvores são classificadas de interesse público. Os critérios são, as árvores centenárias, todas as "que pela sua forma ou estrutura criem admiração a quem as contempla" e "todas aquelas árvores em que se faça prova documental que estão associadas a factos históricos relevantes".
Os critérios de classificação aplicados actualmente foram definidos em 1938 (Decreto-Lei n.º 28468, de 15 de Fevereiro) e privilegiam o porte - dimensões do tronco, da copa e da altura da árvore -, a idade e a raridade dos exemplares.
Em Portugal estão classificadas 377 árvores isoladas e 68 arvoredos. Estão por todo o país. No centro das cidades, das aldeias, em jardins públicos ou em terrenos particulares.
[editar] Referências
* Brandão, Mitzi; Brandão, H. A árvore: paisagismo e meio ambiente. Belo Horizonte: Vitae Comunicação Integrada, 1992.
* Camargos, J. A. A. et al. Catálogo de Árvores do Brasil. Brasília: IBAMA, 2001.
* Correia, Manuel Pio. Dicionário das plantas úteis do Brasil e das exóticas cultivadas. Rio de Janeiro: IBDF, 1984.
* Esau, Katherine. Anatomy of seed plants.
* Ferreira; Aurélio Buarque de Holanda. Novo dicionário da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. p. 144
* Fonseca Filho, Camilo de Assis. Contribuição para o estudo da flora florestal brasileira. Belo Horizonte: Instituto Agronômico de Minas Gerais, 1960.
* Fonseca Filho, Camilo de Assis. Essências florestais na arborização do Brasil. Belo Horizonte: DER-MG, 1968.
* Gomes, Pimentel. Fruticultura brasileira. 12. ed. São Paulo: Nobel, 1972.
* Lorenzi, Harri. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas Nativas do Brasil. Nova Odessa: Plantarum, 1992.
* Rizzini, Carlos Toledo. Árvores e madeiras do Brasil. Rio de Janeiro: IBGE, SUPREN, 1977.

